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nSinopse
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nO monólogo destila conflito, suavidade, loucura, desejo, verdades e sobre tudo, poesia. Marcus, uma mulher impregnada de sensibilidade, nos leva para dentro do seu interim, transformando o concreto em abstrato a dúvida em certeza e a calma em turbulência. É uma visita encantadora e ainda amarga aos porões de uma transexual marginalizada, que carrega feridas sonhos e lembranças como tesouros. Em prosa os versos costuram-se a mão, retalhos de uma vida. Os pontos mais finos e delicados estão materializados em sua mãe, avô e amigas de infância. Os mais densos nunca cicatrizam, esses perfuram os dedos, e aí está: a imagem do pai. O que segue são rabiscos, palavras soltas, e o sentido em delicadeza de mulher.
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nRelease
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nA Cia. de Teatro Mistura da cidade de Ibotirama, a qual os realizadores desse projeto fazem parte, se localiza na região Oeste da Bahia, onde desenvolve e impulsiona o teatro regional, fazendo das novas experimentações cênicas uma constância, para que seus integrantes possam vivênciar produções teatrais coletivas e/ou individuais. Desse modo, o ator e autor Ananias Serranegra mergulha em um processo de construção cênico solo e nesse mergulhar germina o espetáculo “Órfão Confesso – monólogo de um fôlego só”.
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nFicha Técnica
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nDramaturgia: Ananias Serranegra;
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nTexto: Ananias Serranegra;
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nPoema: Rozin Daltro
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nAtuação: Ananias Serranegra;
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nDireção: Rafaella Tuxá;
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nCenografia: Ananias Serranegra, Rafaella Tuxá;
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nDireção Musical: Rafaella Tuxá;
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nIluminação: Rafaella Tuxá;
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nProdução: Gilberto Morais;
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nAudiovisual: Crisna Imhof;
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