n
n
nSim. Conheci quando da I Mostra que ministrei oficina em Ibotirama.
n
n
2 – COMO OCORREU O PROCESSO DE PARTICIPAÇÃO DO GRUPO DE TEATRO NESSA III MOSTRA DE TEATRO DO VELHO CHICO?
2 – COMO OCORREU O PROCESSO DE PARTICIPAÇÃO DO GRUPO DE TEATRO NESSA III MOSTRA DE TEATRO DO VELHO CHICO?
n
nApós meu contato inicial com a Mostra em Ibotirama, organizamos junto a Rede a participação dos Dobradores na II Mostra realizada em Bom Jesus da Lapa, e em conversas anteriores a II Mostra já se planejavam ações mais consistentes em Rede. Caetité foi escolhida para sediar a III Mostra e então começamos a produzir espetáculo novo para apresentação na III Mostra, assim como a maioria dos grupos participantes da Rede e que demonstrou interesse antecipado em participar da Mostra.
n
n3 – SOBRE UM ASPECTO GERAL, O QUE VOCÊ PODERIA NOS FALAR SOBRE O PROJETO, AS OFICINAS E O FECHAMENTO.
n
nO Projeto da Mostra vem se tornando ao longo desses últimos anos, através da apropriação do conceito de Rede pelos grupos que a compõe, que trabalham constantemente, e mantém o teatro vivo e suas cidades e região, um ponto de confluência de qualidade técnica de espetáculos, de busca de qualificação via oficinas oferecidas e de discussões pertinentes a temática Rede, em busca do constante entendimento do como se move uma rede para que os peixes sejam pescados na sua melhor fase de crescimento.
n
n4 – QUAL O APRENDIZADO QUE O PROJETO DEIXOU NA SUA VISÃO?
n
nForam diversos ‘aprendizados’ o de descobrir que a Rede está se fortalecendo gradativamente; de que a Mostra vem ganhando força, enquanto espaço de formação via oficinas e possibilidade de visualização de espetáculos de diferentes perspectivas; a percepção de que qualquer município pode sediar a Mostra; Compreender que precisamos estar atentos aos editais do governo do Estado da Bahia; Que temos que começar desde já a articulação em nossos municípios para garantirmos nosso deslocamento para a mostra de 2018.
n
n5 – FALANDO UM POUCO SOBRE VOCÊ, ALÉM DO GRUPO DE TEATRO NA QUAL VOCÊ FAZ PARTE DA DIREÇÃO, EM 2013 A REDE DE TEATRO DO VELHO CHICO COMEÇOU AS ATIVIDADES, FALE SOBRE ESSA APROXIMAÇÃO, NOS FALE UM POUCO MAIS DOS PROJETOS NOS QUAIS TEM ATUADO E ALGUNS DOS PROJETOS NO QUAL ESTÁ ENVOLVIDO.
n
nA aproximação com a Rede veio em 2015, quando da I Mostra. Quando ouvi da Mostra me interessei, sempre achei pelas vivências com o FESTCASA aqui em Caetité, que os espaços de festivais e mostras não-competitivas são os melhores para se criar laços teatrais coletivos, compartilhar experiências, trocar contatos é o local onde se partilham as melhores experiências. A Trupe dos Dobradores de Arte, vem há 10 anos mobilizando, se capacitando, multiplicando e criando possibilidades de ampliação do número de grupos teatrais na cidade e formando plateia de teatro em Caetité. Meu trabalho atual é com Contação de histórias, oficinas de teatro e de contação de histórias, além de montagem de espetáculos com os Dobradores de Arte e Núcleo de Teatro da Casa Anísio Teixeira.
n
n
n
n6 – ALGUM DOS PROJETOS EM QUE JÁ TRABALHOU SE ASSEMELHA AO PROJETO III MOSTRA DE TEATRO DO VELHO CHICO?
n
nSim. Os festivais de Teatro realizados pela Casa Anísio Teixeira os FESTCASA I, II, O Pré-II Festcasa e Festcasa em Movimento, tinham formato similar ao da Mostra. Mas entendo que a mostra ganha quando opta para que as atividades de formação, e espetáculos não aconteçam simultaneamente. O II Festcasa mesmo teve um formato megalomaníaco, com mais de 22 espetáculos de teatro, dança e música e muitos desses os próprios artistas interessados não conseguiam assistir. Precisamos só descobrir ainda, como garantir a participação mais efetiva de todos os grupos nas oficinas e permanência dos grupos, em todos os dias de Mostra para potencializar as discussões e os intercâmbios. Talvez devamos pensar a próxima Mostra para um feriadão prolongado.
n
n
n
n
n
nCaetité, demonstrou o quão importante é o trabalho de formiguinha de formação de plateia. Na III Mostra pudemos nos encantar com um público record em todos os dias de evento. E também os grupos de teatro locais, estiveram presentes na medida do possível, por ser em nossa cidade a Mostra, os atores que tem outras atividades, trabalhos efetivos tiveram dificuldade de participar das oficinas pois aconteciam em horário comercial. Por isso penso que um feriadão seria a melhor data para Mostra. Os Dobradores de Arte, tiveram a mesma dificuldade em participar, pois por trabalharmos quase que todos na CAT, algumas outras atividades marcadas no mesmo período, interferiram na nossa participação efetiva, além de estarmos estreando o espetáculo na Mostra e isso foi um caos, pois haviam muitas coisas inconclusas que nos deixou numa pilha para solucionar durante a oficina. Os grupos locais, exceto o Imagem e Ação que já havia estreado, passaram todos por essa mesma angústia de inconclusão dos detalhes para a estreia.
n

